A
Podemos ir dar um passeio. Talvez à praia, já é quase junho. Sei que o tempo não tem estado grande coisa, mas no minímo serviria para matar saudades. Não tens saudades?
Do tempo de praia, ou do tempo em que me levavas a passear?
De mim.
Calaram-se. Não tinham mais que dizer. Ele baixou o olhar e levantou-se do sofá.
Até logo.
Até.
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
#22
Que surge ao virar da esquina? A vida não para de nos surpreender na sua constância. Sigo adiante, muito pouco sereno, muito pouco confiante.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
#21
Vem. Chega de longe, sublimando a noite estrelada. Estraga o silêncio perfeito que esmaga a revolta.
Diz. Grita a dor, dá-lhe a liberdade porque suplica. Antes era o ódio clamando, agora sucumbe à dor.
Faz. Não penses, nem ponderes, nada que seja, age. O rubro subindo pela tua face exige o rugido que negas.
Agora
Diz. Grita a dor, dá-lhe a liberdade porque suplica. Antes era o ódio clamando, agora sucumbe à dor.
Faz. Não penses, nem ponderes, nada que seja, age. O rubro subindo pela tua face exige o rugido que negas.
Agora
terça-feira, 19 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
#19
Já Si em quem vou votar nas próximas Europeias:
Partido Humanista
Assim me aconselha o EU Profiler. O meu quetionário coicide 77% com o destes senhores, 66% com o BE e 65% com o PS.
Uma ferramenta útil a quem estiver indeciso. Com tanta nuvem de fumo o mais natural é estarmos às cegas. Por exemplo, quem sabe para que está a votar? Ou seja, quais os poderes dos nossos deputados?
Leitura recomendada
Partido Humanista
Assim me aconselha o EU Profiler. O meu quetionário coicide 77% com o destes senhores, 66% com o BE e 65% com o PS.
Uma ferramenta útil a quem estiver indeciso. Com tanta nuvem de fumo o mais natural é estarmos às cegas. Por exemplo, quem sabe para que está a votar? Ou seja, quais os poderes dos nossos deputados?
Leitura recomendada
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
#17
Insurge-se hoje o pio Prof. César das Neves, na sua insigne coluna no jornal de referência Destaquecomcapa contra um artigo da ultima edição do "Expresso", intitulado "O desgoverno do Vaticano". Jornalisnmo cócó, calúnias e fofoquices infundadas. Indigna-se com o jornalismo que temos o nosso núncio apostólico, professor de Economia, digo: Tão complacente era a imprensa para com João Paulo II, esse Santo vestido de branco e agora com o Ratzinger é só malhar no desgraçado, quando na realidade a linha de orientação da Santa Sé não mudou nem um milímetro.
Tem razão o Sr. Professor, mas só quanto ao facto de o vaticano permanecer alheio ao mundo terreno. Já se lhe terão varrido da memória, no meio de tanta marshaliana, pérolas como esta:

Mas muito mais grave do que qualquer lapso de memória ( afinal todos os temos) é o excelso professor não perceber que é justamente esse o porquê da "bad press" de Bento XVI: Nada mudou no vaticano. A eleição de Ratzinger não significou mudança e era isso que o mundo queria, digo mais, era isso que os católicos queriam e necessitam. Não é por acaso que Obama foi elevado ao patamar em que hoje está.
Tem razão o Sr. Professor, mas só quanto ao facto de o vaticano permanecer alheio ao mundo terreno. Já se lhe terão varrido da memória, no meio de tanta marshaliana, pérolas como esta:

Mas muito mais grave do que qualquer lapso de memória ( afinal todos os temos) é o excelso professor não perceber que é justamente esse o porquê da "bad press" de Bento XVI: Nada mudou no vaticano. A eleição de Ratzinger não significou mudança e era isso que o mundo queria, digo mais, era isso que os católicos queriam e necessitam. Não é por acaso que Obama foi elevado ao patamar em que hoje está.
terça-feira, 5 de maio de 2009
#16
Triste recorde: Tenho a certeza que ontem foi o dia em que mais vezes se escreveu a palavra "Koniec" por essa internet a fora.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
#14
Não sei se há homens genuinamente bons. Se o não era, ele disfarçava-o bem. Não sei se terá sido uma besta, um falso ou um vendido. Não o conheci. Sei que tinha um amor e qu por ele eu, que nunca me lembro de nada, me lembro agora de ter sido um dos seus incontáveis amiguinhos.
Foi um marco para a minha geração.
Koniec
Foi um marco para a minha geração.
Koniec
domingo, 3 de maio de 2009
#13
Ai de mim que nunca mais voltei ao Vesúvio, desde a sua erupção. Não mais vi os campos de pompeia, nem os cadáveres, prepetuados em ridiculas posições de um quotidiano-interruptus. Não será saudade, sim o ridiculo que se apodera do viajante incauto qeu um dia viu a glória da Pax Romana tomada de assalto pelo caos. Vivemos, já o sabemos, num eterno retorno e, hoje, outro que não vesúvio, engole outra que não pompeia. Outro império que não o Romano sucederá ao caos e aos barbaros.
O tempo urde as suas teias e o homem nelas cai. Não sabe ser melhor.
Hoje quebrarei, talvez. Amanhã voltarei a faze-lo. Uma e outra vez, até ao infinito. Será este o ilustrissímo conceito do Fado.
O tempo urde as suas teias e o homem nelas cai. Não sabe ser melhor.
Hoje quebrarei, talvez. Amanhã voltarei a faze-lo. Uma e outra vez, até ao infinito. Será este o ilustrissímo conceito do Fado.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
